Que anjinho!

Encontrei aqui um molde de un anjo que, assim que o vi, decidi fazer para oferecer à minha recente afilhada C.
O anjo que é mostrado no site original tem um ar, como dize-lo sem parecer óbvio, angelical.
O meu saiu mais rebelde. Contestatário. Talvez que esteja influenciado pelos dias que correm. Ou apenas não goste de cabelos curtos.

Aqui a meio da confecção, ainda meio careca:


Agora em casa da N. Estava toda a confraria em alta laboração de um outro projecto. Se estiverem atentos encontram alguém lá, por detrás do anjo, de tesoura na mão a trabalhar arduamente. 
O anjo estava lá a zelar por nós e pelo bom ambiente. Deve ter sido por isso que o serão foi especialmente agradável (não teve nada que ver com as fabulosas compotas que o pai da N fez e às quais nos atirámos sem dó nem piedade).


Pic nic

Pois que estive indecisa sobre o que havia eu de mostrar o que ando a fazer já que houve tanta coisa a acontecer cá por casa.
Resolvi-me por mostrar este projecto: porta pratos. Que é como quem diz "quase mala de pic-nic onde só dá para pratos talheres e guardanapos". Pronto, porta-pratos é bem mais pequeno e já dá uma ideia da utilidade.

Como é que surgiu este projecto?
Eu andava à procura de ideias para fazer uns individuais um pouco diferentes do usual, já que, convenhamos, fazer individuais não é do mais dificil. De todo o trabalho que esta criação envolve, o mais difícil deverá ser decidir o tamanho do dito.
Posto isto, procurei, procurei, procurei... e não é que até encontrei algumas alternativas ao mais elementar!
Por exemplo: o que é um individual? É assim uma espécie de uma toalha de mesa mas quando o comensal é só um. Ou sendo vários, delimita o lugar de cada um à volta da mesa. Sendo assim, que tal ter o lugar para o guardanapo? Assim um bolsinho bem catita? Com isto até se pode ter guardanapo de pano personalizado e guardado de uma refeição para outra.
Mal explicado? Vejam aqui.


 É chique e o ambiente agradece a poupança de umas árvores nos, hoje, tão descartáveis e usados guardanapos de papel.

Mas continuei a procurar e encontrei neste blog os ditos porta pratos e fiquei logo decidida. O projecto de individuais ficou logo transformado em "projecto porta pratos". E foi fácil.
Vejam só o resultado:






Nota 1: Repararam que tenho uma base de corte? O que eu a andava a namorar! Obrigada maninho, está-me a dar um jeitão!

Nota 2: Ainda não desisti dos individuais. Mas fica para mais tarde. Temos que ter sempre projectos, não é? Bom, desse mal eu não sofro, há que dize-lo.

De volta

Desde março que não tenho dado notícias, é verdade!
Mas apesar do que possa parecer a produção cá em casa não tem estado parada.
Desde um cabide quase, quase, quase terminado (começado há já uns meses, bom pensado nisto há já mais de um ano...) a bolachas feitas em série para um evento de solidariedade passando por uns enfeites de Natal em que estou a trabalhar agora, os projectos são mais do que muitos.

Tenho fotografado o resultado destas experiencias e conto agora, mais amiúde, vir aqui mostrar-vos o que se vem passando cá por casa.

Sejam bem vindos e voltem sempre.

Bonecos

Ontem combinei um serão de trabalho lá em casa com mais duas artesãs habituées destes meus delírios. A ordem de trabalho consistia em fazer 2 bonecos articulados: uma menina e um coelho.
O serão iniciou-se às 19:00.
Como não se consegue trabalhar de barriga vazia, antes de dar início aos trabalhos, jantámos um belo franguinho para dar energia. J

Bom, para que se possa dar início aos trabalhos há que arrumar a mesa, pôr a loiça na máquina, arrumar a cozinha.
São agora cerca de nove horas da noite e eis que, finalmente, se iniciam os árduos e tão esperados trabalhos.

Comprovem o empenho:
A concentração é grande.
Depois, imaginação a trabalhar para dar uma cor aos bonecos.

Meia noite e meia. O resultado está à vista!




Gostei tanto que vou tentar aprimorar a técnica. Há uns pontos que merecem alguma melhoria.

Para primeira tentativa estão lindos, não estão?

Biblioteca

Estive a actualizar a biblioteca. Ainda não arrumei cada livro na sua prateleira, mas está mais composta.
Percebi que a predominância vai para os livros de cozinha. Isto quer dizer qualquer coisa...
Vou-me empenhar em arrumar agora os livros para que a procura seja mais fácil!
Entretanto vão dando uma espreitadela na biblioteca aqui ao lado.

Abat-jours

Há uns tempos, num passeio de fim de semana passei por aqui. E, é claro que, depois de ler Workshops anunciado na montra tive que entrar.
Depois de uma conversa com a simpaticíssima dona da loja a e artesã dos artigos expostos, contactos trocados, e muita curiosidade fui para casa.
Não é que na semana seguinte estava a fazer um workshop de abat-jours? Para falar verdade, nunca tinha pensado em fazer tal coisa. Aliás, nunca sequer me tinha passado pela cabeça que se podiam fazer abat-jours. Para mim, estes artigos nasciam nas lojas. Mais ou menos como, para as crianças, os frangos nascem nos supermercados e o dinheiro vem do multibanco.
Pois, há que dizer que gostei das horas em que estive a cortar, colar, prensar...
Como é hábito nestas coisas de artesanato, passar por todas a etapas da criação de uma peça faz perceber os preços que se encontram na loja. Não são artigos baratos mas, de facto, não podem ser. O material o tempo e a dificuldade justificam os preços.

Não, ainda não terei nenhuma fotografia do meu primeiro abat-jour. Mas posso assegurar que ficou muito giro. Enfim, é bem elementar, como está bom de ver, uma vez que foi o primeiro que fiz... Tem uma cor, entre o rosa e o laranja, discreta e até uma tampa no fundo.
Quando tiver uma imagem venho aqui fazer uma actualização para que vejam o resultado e para confirmarem que não vos estou a enganar: ficou mesmo giro!

Acabei!

E pronto, começado a 09 de Agosto, depois de 203 dias a juntar peças eis que chega ao fim este projecto.
Acabado ontem pouco depois das 22:00 com direito a fotografia a tudo!

A última peça, sabiamente escondida pela gata debaixo do sofá.

E o dito concluido!
Foi difícil, mas valeu a pena. O puzzle é lindo.

Agora falando sério

Preferia não falar
(...)
Eu quero fazer silêncio
Um silêncio tão doente
Do vizinho reclamar
E chamar polícia e médico
E o síndico do meu tédio
Pedindo pra eu cantar


Chico Buarque/1969

O Ano Novo

foi festejado em casa na companhia de amigos e de uma mesa farta.

O que constou do cardápio foi tão variado que nem vou tentar contar. Na realidade a estrela da noite foi um pão (o de abóbora da Dona Laura, desta feita feito por mim). Se da primeira vez assei toda a massa de uma só vez, desta vez dividi em 2. Resultado: 2 pães lindos e rústico. Querem ver fotos? Pois eu também gostaria mas, quando a casa está cheia, a gente esquece-se de algumas tarefas. A de ter sempre a máquina fotográfica a postos é a que me esqueço mais vezes. Espero que com o entusiasmo de ter uma máquina nova (obrigada maninho) venha a tornar estes esquecimentos menos frequentes.
Resta dizer que foi muito bom ter a casa cheia de gente amiga e que espero que consigamos viver bem este ano.

Bom ano de 2012!


Actualização

Finalmente uma imagem:

Flores, muitas flores

Para um aniversário colorido: flores, muitas flores! E claro, não podia faltar o café.

A vista geral.

Camadas de limão e chocolate coladas por um curd de limão tudo feito em casa. Um casamento prometedor. Vai uma fatia?